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Viana do Castelo: Entrou em funcionamento o Observatório do Litoral Norte

Já entrou em funcionamento o Observatório do Litoral Norte (OLN) - Laboratório Colaborativo Municipal para o Conhecimento do Mar de Viana do Castelo, o primeiro […]
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Oferta educativa do Geoparque de Viana do Castelo presente no guia “Serviços Educativos – Recursos presenciais e não presenciais / Ano letivo 2020-2021” do Roteiro das Minas e Pontos de Interesse Mineiro e Geológico de Portugal

Foi publicado, no início deste mês, o guia “Serviços Educativos – Recursos presenciais e não presenciais / Ano Letivo 2020 – 2021” do Roteiro das […]
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Câmara Municipal promove ciência nas escolas

Abriu ontem à comunidade escolar o núcleo museológico dedicado aos mineiros e minérios – Porta da Arga –, numa sessão que contou com a presença […]
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Turfeiras das Chãs de Arga

O Monumento Natural Local corresponde à superfície culminante de referência para o relevo do médio-baixo Lima (Superfície de Arga, ~800 m). Constitui uma ampla planura (591 ha), de que se destaca a Chã Grande, o Chão das Sizedas e a Chã de S. João, esta última onde se localiza o Alto da Fonte da Urze (nascente do Rio Âncora). As depressões que surgem e ocupam grande parte das três chãs, formam charnecas e turfeiras, com provável origem periglaciar .

No setor do Bretial é possível observar-se o anel de Sto Ovídeo, relevo resultante de uma intrusão granítica em língua, cuja parte apical foi erodida (Lima, 2006). É possível observar a norte, as principais superfícies dos maciços a norte de Arga, até território espanhol. Para além do valor científico e cénico do geossítio, salienta-se a conservação de várias geoformas graníticas residuais, com elevado potencial de uso turístico e educativo (Carvalhido, 2012).


Referências Bibliográficas:

_Carvalhido (2016). Memória descritiva sobre os interesses geológicos conservados nos geossítios propostos para classificação. Câmara Municipal de Viana do Castelo.
_Carvalhido, Ricardo (2012). O Litoral Norte de Portugal (Minho-Neiva): evolução paleoambiental quaternária e proposta de conservação do património geomorfológico. Tese de Doutoramento. Universidade do Minho. 562 p.
_Lima, M. F. (2006). Caracterização e estratégias de valorização sustentável de ocorrências geológicas com importância patrimonial. Tese de Doutoramento, Universidade do Minho.

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Centro Walking & Cycling da Montaria

A freguesia da Montaria, território de baixa densidade de Viana do Castelo e o ponto mais elevado do concelho, detém um ímpar património natural e cultural, atualmente conectado por 6 trilhos pedestres e 2 trilhos equestres. O Centro Walking & Cycling da Montaria é a primeira unidade da Rede Intermodal de Mobilidade em Natureza de Viana do Castelo que se está a constituir e que integrará outras unidades que se estão a estabelecer através de parcerias com as entidades gestoras dos Baldios de Viana do Castelo, valorizando as antigas Casas Florestais.
Com o desenvolvimento do aspirante Geoparque Mundial da UNESCO de Viana do Castelo, do qual se destaca, neste território, a Rede Municipal de Ciência através do Observatório Internacional da Serra de Arga e a Rede de Portas, através da Porta de Arga, o Centro Walking & Cycling da Montaria, constituirá uma plataforma que permitirá ao turista de natureza circular a pé, a bicicleta ou a cavalo, entre os vários centros (porta e observatório), e áreas notáveis da natureza e da cultura locais, usufruindo dos espaços e das oportunidades de educação e literacia que as infraestruturas de interpretação já instaladas podem prestar.
Traduzindo-se de uma aposta da Comunidade Intermunicipal e das 10 Câmaras Municipais do Alto Minho, o Centro Walking & Cycling da Montaria em articulação com os demais, proporcionará a ligação física entre a rede das dez aldeias de montanha do Alto Minho, contribuindo indelevelmente para o reforço e posicionamento da identidade Alto Minho.



O acesso ao Centro Walking & Cycling da Montaria é feito através de um código inserido no teclado numérico junto à porta de entrada. O utilizador deverá preencher um formulário para lhe ser gerado e enviado um código de acesso que terá uma validade de 12 horas.

Link de acesso ao formulário: https://forms.gle/VArCtDqPwRZmAxE7A



Horário de funcionamento:
Das 6:00 às 22:00

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Secretária de Estado do Turismo na abertura do I Congresso Internacional de Equinologia e Turismo Equestre

O I Congresso Internacional de Equinologia e Turismo Equestre iniciou esta quinta-feira com uma sessão de abertura no Auditório Professor Lima de Carvalho do Instituto […]
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Veigas de São Simão

Veigas de São Simão

A Veiga de S. Simão é uma zona húmida inserida na margem esquerda do estuário do rio Lima que possui uma área aproximada de 700 ha. Para além dos espaços agrícolas e matas dispersas, que ocorrem nas zonas mais secas e fora do alcance das águas marinhas e que ocupam uma área de aproximadamente 200ha, ocorrem na Veiga de S. Simão prados naturais, caniçais (de Phragmites australis) e agregados de tábua (Typha latifolia). Aqui, o solo húmido pode albergar formações de briófitas do género Sphagnum, podendo a orvalhinha (Drosera rotundifólia) surgir pontualmente.

A Veiga de S. Simão é uma das zonas húmidas ecologicamente mais relevantes do concelho de Viana do Castelo. O sistema relativamente complexo de juncais, sapais salgados e caniçais da veiga, assim como o espaço correspondente às lagoas de Vila Franca, merecem especial destaque e medidas de conservação pertinentes.

Estas zonas húmidas servem como local de refúgio/alimentação de várias aves limícolas e aquáticas.

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Câmara Municipal concluiu II Semana Municipal de Combate à Vegetação Invasora

Viana do Castelo concluiu a II Semana Municipal de Combate à Vegetação Invasora, no âmbito da Estratégia Municipal para a Conservação da Natureza - Agenda […]
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Viana

O Castelo de Portuzelo

O Castelo de Portuzelo situa-se a cerca de 500 metros do rio Lima, em Santa Marta de Portuzelo, próximo da estrada que segue de Viana do Castelo para Ponte de Lima. A sua construção é recente, datando-se de 1853. "Deve-se ao temperamento romântico do seu senhor de então, António Pereira da Cunha que, regressando duma viagem à Áustria e à Alemanha (onde fora assistir ao baptizado do primogénito de D. Miguel I) desejou possuir também aqui um castelo que lhe lembrasse os que tinha visto naquelas terras germânicas. No seu entusiasmo ele próprio desenhou a sua planta "com uma torcida de papel molhada em tinta". Para que a sugestão fosse mais perfeita nem faltavam no desenho um fosso e uma ponte levadiça contra imaginários ataques bélicos!"

"Hoje essa parte, assim como a passagem abobada para o pátio de honra, acham-se em ruínas. Mas no Pátio virado ao nascente subsiste o bonito chafariz de pedra trabalhada vindo do Convento do Carmo, de Viana." Os primeiros residentes da casa foram Fernão da Rocha Lobo e a sua esposa D. Ana Lobo Barreto, ascendentes dos senhores do Couto.

Artigo do Tomo III dos Cadernos Vianenses, 1979, escrito por Albano Sordo.

Os Cadernos Vianenses são uma edição da Câmara Municipal de Viana do Castelo, com publicação periódica desde Outubro de 1978. Estas publicações assumem-se como uma fonte de memórias e repositório do património de Viana do Castelo, agregando textos, artigos, testemunhos, opiniões e ideias de diversos autores, abordando um variado leque de temas.

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O Calcolítico e a Idade do Bronze na Bacia do Rio Neiva, NW de Portugal: uma breve síntese

“O Calcolītico situa-se entre finais do IV ao terceiro quartel do III milénio a. C (Bettencourt, 2013)". As “populações do calcolítico praticavam agricultura, a pastorícia e recorriam à caça e à recolecção”.

Durante o período da Idade do Bronze, foi originado a formação de uma especialização da metalurgia do Bronze decorrente das “mudanças que se reflectiram na economia e nas ligações sociais, a adopção de uma agricultura rotativa e excendentária, a exploração e manipulação, …”. A produção metalúrgica na bacia do Neiva era “rica em minério de estanho, ouro e prata “e as populações conhecem as peças metálicas desde os fins do Calcolítico”.

Artigo do Tomo 49 dos Cadernos Vianenses, 2015, Marisa Cardoso Magalhães.


Os Cadernos Vianenses são uma edição da Câmara Municipal de Viana do Castelo, com publicação periódica desde outubro de 1978. Estas publicações assumem-se como uma fonte de memórias e repositório do património de Viana do Castelo, agregando textos, artigos, testemunhos, opiniões e ideias de diversos autores, abordando um variado leque de temas.


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