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Dia Mundial do Ambiente em Viana do Castelo assinala primeiro aniversário sobre abertura livre do Parque Ecológico Urbano

O Parque Ecológico Urbano, que reabriu há precisamente um ano em formato de acesso livre, foi hoje palco de um conjunto de iniciativas no âmbito […]
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TrailGazers: a primeira reunião cara-a-cara do comité do projeto desde 2019 teve lugar em La Palma

No passado dia 3 de maio a Divisão de Ambiente e Sustentabilidade do Município de Viana do Castelo, participou remotamente na primeira reunião presencial do […]
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“Viana Florida” decora cidade com 40 mil flores e oferece feira de flores, exposição e animação variada

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Projeto valoriza zona envolvente da Veiga de S. Simão

A Câmara Municipal de Viana do Castelo está a implementar o projeto Fronteira Esquecida Limia-Lima, um projeto transfronteiriço cofinanciado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional […]
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PR1 - Trilho da Montanha Sagrada

O percurso pedestre da Montanha Sagrada é um percurso de Pequena Rota (PR), integrado na Rede Municipal de Percursos Pedestres de Viana do Castelo, marcado e sinalizado segundo as diretrizes internacionais. A numeração é atribuída pelo Município de Viana do Castelo.

Este percurso situa-se na freguesia de S. Lourenço da Montaria, Concelho de Viana do Castelo, uma típica aldeia de montanha que reúne o que de mais autêntico, bucólico e pitoresco há no Alto Minho. Situada na encosta poente da Serra d'Arga, é o expoente máximo da ruralidade com modos de vida passados de geração em geração ao longo dos séculos. O seu forte carácter serrano reflete-se também na arquitetura, onde o xisto misturado com o granito contrasta com os socalcos aproveitados para a agricultura, na condução da água para as regas e moinhos.




Ficha técnica PR 1 - Trilho da Montanha Sagrada

Duração: 6h00m

Distância: 18,7 km

Cota inicial: 281m

Cota máxima Atingida: 795m

Cota mínima Atingida: 281m

Grau de Dificuldade: Moderado

Categoria: Circular

Ponto de partida: 41.791300, -8.728736


Folheto informativo: PR 1 - TRILHO DA MONTANHA SAGRADA

Rota para download em formato KMZ: KMZ_PR1 TRILHO DA MONTANHA SAGRADA

Visita Virtual ao PR 1 - Trilho da Montanha Sagrada

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"O Cavalo É Nosso Amigo" - Viana, Ponte de Lima e Caminha unidas em aposta no turismo equestre

Os Municípios de Viana do Castelo, Caminha e Ponte de Lima, parceiros do projeto Vilas e Aldeias Equestres entre Arga e Lima, cofinanciado pelo Turismo […]
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Geoparque Viana do Castelo promove atividades na SEMANA DOS PARCEIROS 2022 do Roteiro das Minas

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Viana do Castelo assinala Dia Mundial da Floresta e Dia Mundial da Água

O município de Viana do Castelo assinala, esta segunda-feira, 21 de março, o Dia Mundial da Floresta e, amanhã, 22 de março, o Dia Mundial […]
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Dunas Trepadoras do Faro de Anha

O Monumento Natural Local corresponde à vertente NE do maciço de Galeão (57 ha), localizado na margem esquerda da foz do Lima. Nesta área estão preservadas três superfícies de aplanamento: Superfície de Vila Fria (50 m), Superfície de Ola (75 m) e Superfície de Faro de Anha (100 m) (Carvalhido, 2012). Estas superfícies encontram-se regularizadas por depósitos arenosos, bem calibrados, preservando estratificação entrecruzada e laminação cruzada por ripples de corrente (Carvalhido, 2012, 2014a, 2014b, 2014c).

As Areias de Galeão são areias dunares depositadas no culminar da crise climática da Pequena Idade do Gelo (Mínimo de Dalton) (datação radiométrica indica deposição entre os anos de 1780 e 1800). A estratificação entrecruzada típica desta unidade é nítida em alguns setores, embora por vezes sejam só observáveis feixes de baixo ângulo (Carvalhido, 2012, 2014). Os dados da morfometria e morfometria comprovam a origem eólica dos depósitos, constituídos por grãos de feições roladas a sub-roladas, com superfícies picotadas e boleadas-brilhantes . As condições de fraca humidade, associadas aos fortes ventos que se terão feito sentir durante o Mínimo de Dalton, terão sido responsáveis pelo transporte e posterior regularização eólica das superfícies de Galeão. Apesar do conteúdo carbonatado das Areias de Galeão, a idade recente, a fraca espessura dos depósitos e as condições de frio (propícias à dissolução de carbonatos) terão impedido a sua consolidação. As memórias paroquiais são um espólio com potencial de exploração nesta temática (e.g. desaparecimento da freguesia de Aster sob as areias dunares). A base da unidade das Areias de Galeão 5 (primeiros 20 cm) conserva clastos de granito de grão médio a fino, de duas micas e biotítico (MPS=20 cm), subangulosos (Carvalhido, 2012).

Sob as areias dunares ocorre a unidade litostratigráfica Areias da Ribeira da Areia, que correspondem às condições de disponibilidade hídrica que antecedem o Mínimo de Maunder, que constitui o período de plena instalação da Pequena Idade do Gelo na Europa. Os depósitos-tipo conservam alguns de sets de ripples frontais com estrutura interna preservada – lâminas frontais tangenciais a sigmoidais, inclinadas para NE e lâminas dorsais de contrafluxo. A datação OSL dos depósitos revelou instalação entre os anos de 1590 ao 1650 (Carvalhido, 2012, 2014c).

Os dados radiométricos disponíveis, o contacto estratigráfico em involução e os clastos decacentimétricos de granito de grão médio, de 2 micas, angulosos, na transição entre os dois níveis, permitem deduzir a associação dos depósitos com evolução climática até à instalação do Mínimo de Maunder: o nível inferior está associado a um meio com água líquida disponível, associado a correntes (Areias da Ribeira da Areia), a degradar os depósitos eólicos a cotas superiores, transitando, posteriormente, para condições frio (observam-se indícios de crioturbação na transição entre as duas unidade), de ventos fortes mas pouco húmidas (Mínimo de Maunder) (Areias de Galeão) (Carvalhido, 2012).


Referências Bibliográficas:

Carvalhido (2012). O Litoral Norte de Portugal (Minho-Neiva): evolução paleoambiental quaternária e proposta de conservação do património geomorfológico. Tese de Doutoramento, Universidade do Minho, 564 p.

Carvalhido, R.; Pereira, D. & Cunha, P. (2014a) – Depósitos costeiros quaternários do noroeste de Portugal (Minho - Neiva): caracterização datação e interpretação paleoambiental. Comunicações Geológicas (2014) 101, Especial II, 605–609.

Carvalhido, R.; Brilha, J. & Pereira, D. (2014b) – Monumentos Naturais Locais de Viana do Castelo: processo de classificação e estratégias de valorização. Comunicações Geológicas (2014) 101, Especial III, 1219–1223.

Carvalhido, R.; Pereira, D; Cunha, P.; Buylaert, J. & Murray, A. (2014c) Characterization and dating of coastal deposits of NW Portugal (Minho-Neiva area): a record of climate, eustasy and crustal uplift during the Quaternary. Quat Int, 328-329: 94–106

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